Fisioterapia para Ombro, Joelho, Quadril, Cotovelo, Tornozelo e Punho

Tratamento da coluna vertebral e extremidades articulares: ombro, cotovelo, punho, mão, quadril, joelho, tornozelo e pé.

Consulta Presencial ou Online

Orientação inicial e plano de tratamento personalizado.

Diagnóstico Rápido

Identificação precisa da causa da dor desde o primeiro atendimento.

Tratamento Imediato

Início rápido para reduzir a dor e recuperar seus movimentos.

Tratamento da coluna vertebral e extremidades articulares: ombro, cotovelo, punho, mão, quadril, joelho, tornozelo e pé.

Em mais de 80-90% dos casos de dor, fraqueza ou perda de movimento nestas articulações, o problema é de origem mecânica. Com um programa de exercícios orientado pelo fisioterapeuta, específico para o seu caso, você terá excelentes condições de resolver seu problema de forma eficaz.

Temos obtido excelentes resultados com o Método McKenzie de Diagnóstico e Terapia Mecânica. Esta avaliação e tratamento são realizados de forma única, utilizando perguntas específicas e testes de movimentos repetidos. Este exame clínico pode ser tão ou mais eficaz quanto exames de imagem para identificar e tratar o problema, especialmente em condições de origem mecânica.

Fases do tratamento

Fase 1 - Lesão e inflamação

Se ainda houver sinais de inflamação (inchaço, vermelhidão, calor e dor), é necessário proteger a área de lesões adicionais. Nesta fase, utilizamos contração muscular sem movimento articular e movimento articular passivo com amplitude mínima ou média.

Fase 2 – Reparo e cicatrização

Exercícios com pequena e média amplitude para promover o reparo tecidual, respeitando o processo de cicatrização para permitir a cura adequada da lesão.

Fase 3 – Remodelação

Exercícios com amplitude de movimento completa, com carga e tensão progressivas para aumentar a força e flexibilidade, prevenindo contraturas e restaurando a função normal.

Dor no Ombro

A dor no ombro é a dor mais comum nos membros superiores na população em geral, seguida pela dor no cotovelo e, em terceiro lugar, punho e mão.

Geralmente atinge pessoas entre 30 e 50 anos de idade. As mulheres apresentam dor no ombro com mais frequência do que os homens. Quando o início da dor é mais recente, com bastante dor e incapacidade de movimentar, a tendência é que as melhoras sejam mais rápidas.

Importante: Existe uma porcentagem significativa de pacientes que apresentam dor no ombro irradiada para o braço ou para a escápula cuja origem real da dor é a coluna cervical (pescoço), principalmente se essa dor surgiu sem justificativa direta no ombro como queda, acidente ou esforço excessivo.

É muito comum que pacientes com dor no ombro recebam diagnósticos de tendinite, bursite, ruptura parcial ou total de ligamentos ou artrose. Porém, esses achados em exames de imagem frequentemente não correspondem à realidade clínica do paciente e nem ajudam a determinar o melhor tratamento.

Nossa avaliação mecânica com o Método McKenzie, através de perguntas e testes de movimentos repetidos, costuma ser mais precisa, trazendo melhor compreensão do problema e resultados mais rápidos no tratamento.

Também atendemos pacientes que já realizaram cirurgia no ombro para reconstrução de tendões, ligamentos, tratamento de bursite ou fratura, e ainda apresentam dor ou limitação de movimento — o que é comum no pós-operatório.

Dor no Joelho

A tendência de aumento da frequência de dor no joelho acima dos 20 anos de idade é similar entre mulheres e homens. Isso ocorre independentemente do aparecimento ou não de osteoartrose no joelho, bursite, tendinite patelofemoral, ruptura de ligamento cruzado anterior ou posterior, lesão no menisco ou outras alterações.

Essas dores estão mais associadas a atividades do dia a dia ou esportivas, desde a adolescência até a vida adulta. Fatores posturais, como permanecer sentado por muitas horas por dia (com coluna e joelhos flexionados), também podem contribuir para essas dores.

Importante: A origem dessas dores, em grande parte dos pacientes que não tiveram trauma recente no joelho, pode estar associada à coluna lombar, principalmente se já houve histórico de dor na coluna.

Embora essas lesões possam representar um desafio para o retorno aos níveis anteriores de atividade, na maioria dos casos de dor no joelho mesmo com atividade intensa no esporte a recuperação pode acontecer em boa parte dos pacientes.

Também atendemos pacientes que já realizaram cirurgia de joelho para fratura, menisco, ligamentos cruzados ou tendão patelar, e ainda apresentam dor ou perda de movimento no pós-operatório.

Dor no Quadril

A dor na articulação do quadril é menos frequente na população em geral do que a dor no joelho.

Com nosso diagnóstico diferencial da coluna, identificamos que mais de 80-90% das dores no quadril têm origem na coluna lombar, mesmo que o paciente tenha em mãos exames confirmando artrose, bursite ou tendinite de quadril.

Se, ao testar a coluna lombar, a dor diminuir ou desaparecer, o tratamento segue focado na coluna lombar e as chances de melhora rápida do problema são grandes.

Diversos estudos demonstram uma grande quantidade de pessoas sem sintomas no quadril com diagnósticos clínicos de artrose, bursite ou tendinite. Isso ocorre porque esses achados clínicos são, frequentemente, alterações normais do envelhecimento natural dessas estruturas — portanto, é normal serem encontrados em exames.

Também atendemos pacientes que realizaram cirurgia de quadril como artroplastia, prótese ou fratura, e ainda apresentam dor ou perda de movimento no pós-operatório.

Dor no Cotovelo, punho, mão, tornozelo e pé

Essas articulações apresentam menor frequência de dor na população em geral, e os sintomas estão comumente relacionados a algum acidente, na maioria das vezes recente.

A vantagem é que, na maioria dos casos de dor e perda de movimento dessas articulações, a melhora pode ser rápida — praticamente imediata em alguns casos!

Importante: Se a dor surgiu sem nenhuma razão aparente de acidente ou esforço repetitivo recente, existe grande possibilidade de a origem da dor ser da coluna cervical ou lombar. Se isso for confirmado com os testes de movimentos repetidos, o tratamento segue com exercícios da coluna para tratar a extremidade que está com dor.

Os testes de movimentos identificados na clínica mostram uma direção de movimento que diminui o sintoma com a força ideal aplicada, recupera o movimento normal e, com mais algumas repetições, pode eliminar os sintomas. A vantagem é que isso é ensinado ao paciente, que na maioria das vezes consegue resolver o problema de forma independente.

Também atendemos pacientes que realizaram cirurgia de cotovelo, punho, mão, tornozelo ou pé e ainda apresentam dor ou limitação de movimento no pós-operatório.

Evite procedimentos desnecessários

Evite cirurgias prematuras, uso prolongado de medicamentos, realização de múltiplos exames de imagem ou sessões com aparelhos utilizados na fisioterapia convencional.

Seu problema poderá ser resolvido de forma simples e eficaz, evitando gastos desnecessários, perda de tempo com inúmeras sessões e transtornos às vezes permanentes causados pela cirurgia ou uso prolongado de medicamentos.

Realizamos testes específicos para identificar e tratar os problemas da coluna e articulações das extremidades, oferecendo um tratamento baseado em evidências e focado em resultados duradouros.

Informações para você cuidar melhor das suas articulações

Avaliação Detalhada

Análise completa dos seus sintomas e movimentos para entender a origem da dor.

Diagnóstico do problema

Identificação precisa da causa para direcionar o tratamento correto.

Plano de tratamento personalizado

Estratégia definida de acordo com seu quadro para evoluir com segurança.

Por quê nos escolher?

Avaliação Individual

Sem atendimentos simultâneos

Técnicas atualizadas

Abordagens modernas e eficazes

Foco na causa da dor

Não tratamos apenas os sintomas

Ambiente preparado

Estrutura ideal para seu tratamento

O que dizem sobre nosso atendimento

Principais dúvidas sobre este tratamento

O que causa dor nas articulações?
A dor nas articulações pode ter diversas origens, sendo as mais comuns o desgaste natural causado pela artrose, processos inflamatórios como a artrite e a bursite, lesões por esforço repetitivo, tendinites e traumas físicos. Fatores como sedentarismo, sobrepeso, postura inadequada e predisposição genética também contribuem para o surgimento e agravamento das dores articulares.
A dor articular merece atenção médica quando vier acompanhada de inchaço persistente, vermelhidão, calor local, febre, limitação severa de movimento ou quando não melhorar após alguns dias de repouso. Nesses casos, pode indicar infecção, doença autoimune ou lesão estrutural que exige avaliação e tratamento específico.
Na maioria dos casos, o exercício físico adequado ajuda. O fortalecimento muscular ao redor da articulação reduz a sobrecarga e melhora a estabilidade. Atividades de baixo impacto, como natação, caminhada e pilates, são especialmente indicadas. O problema ocorre quando o exercício é praticado sem orientação ou com carga inadequada, o que pode agravar a lesão.

O diagnóstico da dor articular geralmente começa com a avaliação clínica do médico, seguida de exames de imagem e laboratoriais. A radiografia é o exame mais solicitado inicialmente, pois identifica desgastes ósseos e alterações estruturais. 

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